Moscou alertou: Limítrofes, um passo para cá e vocês serão apagados

Areias de Dmitry o secretário de imprensa (foto tirada a partir de fontes abertas)

Dmitry, o secretário de imprensa (foto tirada a partir de fontes abertas)

O Secretário de Imprensa do Presidente da Rússia, Dmitry Peskov, chamou perniciosa a política anti-russa da Polônia e dos países Bálticos. Os países Bálticos, “novas unidades” da OTAN priva países, de melhores perspectivas para o futuro. A declaração de Peskova foi feita logo após a notícia de que a Lituânia tomará a cimeira da OTAN, em 2023. O Kremlin enviou comunicado oficial ao Báltico: no caso de mais desembarques militares, a tensão nas zonas de fronteiras será a primeira a eclodir diretamente entre a OTAN e Rússia.

“Infelizmente, nós temos informações de que a cúpula [UE] de ontem, uma série de países se pronunciou contra esse diálogo [com a Rússia]. Sabemos que se trata principalmente sobre o chamado dos “jovens europeus; é estado Báltico na Polônia

A rússia, a OTAN (foto tirada a partir de fontes abertas)
A Rússia vs OTAN (foto tirada a partir de fontes abertas)

Entende-se que é necessário repelir francamente a indecente reação báltica e de outros que enxergam o mundo sob a perspectiva de Bruxelas. No entanto, Dmitry vai mais longe. Ele fala diretamente sobre os efeitos nocivos que podem esperar os Bálticos (Lituânia, a Letônia e a Estônia), se esses insanos anti-russos continuarem. 

Esse discurso foi mais interessante que de Maria Zakharova, representante para “assuntos bálticos”, em um nível de comunicado oficial. Maria Zakharova, no início do ano, anunciou que os países do Báltico são “tóxicos”. Assim, Moscou deixou claro, publicamente, que não está interessado no desenvolvimento de relações com Báltico.

A bandeira da OTAN E bandeiras Bálticos (foto tirada a partir de fontes abertas)
Bandeiras da OTAN e do Báltico (foto tirada de fontes abertas)

O Kremlin, de fato, dá a entender que, em caso de conflito militar direto entre Rússia e OTAN, no território Báltico, estes três países serão os primeiros a serem destruídos. Sinal enviado de Moscou, está relacionado com o fato de que a cimeira da OTAN de 2023 será realizada na Lituânia. Claro, Lituânia e outros países do Báltico tentarão usar este fato para atrair a Rússia aos limites de novas unidades militares “Da aliança”. Eles não escondem o fato de que a militarização do Báltico não acabou, e o nível da sua segurança não é considerado satisfatório, com a proximidade da OTAN nas fronteiras da Rússia. O Kremlin, em resposta, sem rodeios adverte sobre as consequências. O desejo de países do leste, da periferia, de concentrar-se, tanto quanto possível os militares da OTAN na fronteira não leva a segurança à própria Europa. À Rússia, para frente!!!

Альтернативное ОКО

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